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Como investir em outros países através da bolsa americana

Globo em forma de pingente para indicar investimento global

Nos dias atuais, a globalização se tornou uma realidade inegável, e cada vez mais investidores estão buscando maneiras de expandir seus horizontes financeiros para além das fronteiras nacionais.

Este artigo tem como objetivo te apresentar como investir em outros países através da bolsa americana. Vamos explorar estratégias e oportunidades que permitem aos investidores acessar os mercados internacionais diretamente dos Estados Unidos.

Ou seja, vamos mergulhar em um mundo de diversificação, ADRs, empresas multinacionais, ETFs e investimento direto no exterior, tudo isso com o objetivo de ajudar você a navegar nesse universo do investimento global.

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Por que investir globalmente?

Investir globalmente é crucial para diversificar riscos, aproveitar oportunidades de crescimento em mercados internacionais, se proteger contra eventos locais adversos e acessar setores específicos.

A diversificação cambial reduz o risco de flutuações da moeda local, enquanto a estabilidade geral do portfólio é reforçada pela exposição a diferentes economias. Além disso, você pode acessar empresas líderes globais. Em resumo, investir globalmente é essencial para maximizar retornos e gerenciar riscos em um mundo globalizado.

E como podemos ver na imagem acima, o Brasil representa apenas 2% do PIB global de 2023. Isso significa que somos extremamente pequenos em comparação como as outras potências globais como os Estados Unidos e China que representam 25,5% e 18,4%, respectivamente. Ou seja, ao se expor globalmente, você acaba aproveitando essa parcela das outras economias e pode ter grandes retornos com isso.

ADRs: uma porta de entrada global

Os American Depositary Receipts (ADRs), ou Certificados de Depósito Americanos, representam uma forma eficaz e acessível de investir em empresas estrangeiras por meio da bolsa de valores dos Estados Unidos.

Eles funcionam como títulos negociados nas bolsas americanas e representam ações de empresas estrangeiras. Os ADRs são uma ponte entre os mercados internacionais e a bolsa americana, proporcionando aos investidores acesso direto a empresas globais sem a necessidade de negociar diretamente em bolsas estrangeiras.

Os ADRs vêm em diferentes níveis, desde os não patrocinados (emitidos por bancos custodiantes sem o envolvimento direto da empresa estrangeira) até os patrocinados (onde a empresa estrangeira está diretamente envolvida na emissão).

ADRs são uma escolha popular para investidores que buscam diversificação internacional e acesso a empresas estrangeiras líderes em seus setores. Eles são uma das ferramentas mais acessíveis e convenientes para ingressar no mundo do investimento global através da bolsa americana.

Principais ADRs de outros países na bolsa americana

Empresas de diversos países ao redor do mundo possuem ADRs em negociação nos Estados Unidos. Atualmente, o número de ADRs listados nas bolsas dos EUA está acima de 3 mil empresas.

Então vamos ver os principais ADRs listados no mercado americano:

NOME DA EMPRESAPAÍS DE ORIGEMCÓDIGO DO ADR
ABBSuíçaABB
AlibabaChinaBABA
Anglogold AshantiÁfrica do SulAU
BaiduChinaBIDU
Banco SantanderEspanhaSAN
BarclaysReino UnidoBCS
BBVAEspanhaBBVA
BHP BillitonAustráliaBHP
British PetroleumReino UnidoBP
Credit SuisseSuíçaCS
Deutsche BankAlemanhaDB
EricssonSuéciaERIC

Empresas dos EUA com receita internacional

Investir globalmente nem sempre significa investir diretamente em empresas estrangeiras. Muitas empresas americanas têm operações globais significativas e geram uma parte substancial de sua receita fora dos Estados Unidos. Essas empresas oferecem uma maneira indireta, mas eficaz, de obter exposição aos mercados internacionais sem sair da bolsa americana.

Aqui estão algumas empresas dos EUA notáveis que se destacam pela receita internacional que geram:

Nike

A Nike é uma das marcas mais reconhecidas globalmente no setor de roupas e calçados esportivos. Com presença em praticamente todos os países, a Nike gera uma parte substancial de sua receita no exterior. 

Olhando para os números, a Nike tem sua maior receita vinda dos Estados Unidos, o que gerou 47,7% do seu faturamento no ano de 2023, seguida pela China, com 16,9% e Alemanha com 4,2% e o total de 31,2% no restante do mundo.

Isso a torna uma escolha atraente para investidores que desejam exposição aos mercados internacionais por meio de uma marca líder.

NVidia

A NVidia é uma empresa de tecnologia conhecida por suas GPUs (unidades de processamento gráfico) e soluções para inteligência artificial. Seu alcance global e demanda por produtos em todo o mundo contribuem para uma presença internacional significativa em seus resultados financeiros.

Onde 30,7% da sua receita vem dos Estados Unidos, seguido do Taiwan com 25,9% e China com 21% e o total de 22,3% no restante do mundo.

Walmart

Embora seja uma empresa americana (sendo a maior fonte de receita, representando 83,2% dos lucros), o Walmart possui operações significativas em vários países, incluindo a China com 11,5% do faturamento, a Índia com 2,1% do faturamento e outros países como Canadá, México e outros.

Como uma das maiores redes de varejo do mundo, o Walmart obtém uma parte considerável de sua receita de operações internacionais.

Amazon

A gigante do comércio eletrônico Amazon não se limita às fronteiras dos EUA. Ela opera em vários países e regiões, fornecendo uma ampla gama de produtos e serviços globalmente. Isso faz da Amazon uma empresa altamente internacionalizada.

Em 2022, a maior parte da receita da Amazon também veio dos EUA, com 69,3% de representação, seguido pela Alemanha com 6,5%, Reino Unido com 5,9%, China com 5,3% e o restante do mundo, que gerou o total de 13% no faturamento da empresa.

Apple Inc.

A Apple é conhecida por seus produtos icônicos, como o iPhone e o iPad. A demanda global por dispositivos Apple resulta em uma receita substancial gerada internacionalmente. A presença global da empresa a torna uma opção interessante para investidores que buscam diversificação internacional.

Diferente das demais empresas mencionadas acima, a Apple tem uma diversificação bastante considerável no seu faturamento global, tendo os Estados Unidos com o total de 37,5% do faturamento da empresa (menos da metade), seguido pela China com 17,7%, Japão com 6,6% e o restante do mundo com o total de 38,2%, ou seja, uma receita bastante diversificada globalmente.

Essas empresas não apenas possuem operações globais, mas também têm uma forte presença internacional em seus respectivos setores. Portanto, elas são consideradas ativos valiosos para quem deseja se aventurar no investimento global por meio da bolsa americana.

ETFs da família EW

Os Exchange-Traded Funds (ETFs) da família “EW” (iShares MSCI) oferecem uma maneira eficaz de investir em mercados internacionais específicos e obter exposição a diversas economias globais diretamente da bolsa americana.

Esses ETFs rastreiam índices MSCI que representam diferentes regiões do mundo, permitindo aos investidores construir uma carteira global diversificada de forma conveniente e eficiente.

Aqui estão alguns ETFs notáveis da família EW e as regiões que eles representam:

EWJ (Japão)

O iShares MSCI Japan ETF oferece exposição ao mercado de ações japonês. O Japão é uma das maiores economias do mundo, conhecido por sua inovação tecnológica e indústrias diversificadas. Investir no EWJ permite que os investidores participem do crescimento e da estabilidade da economia japonesa.

EWH (Hong Kong)

O iShares MSCI Hong Kong ETF se concentra no mercado de ações de Hong Kong, um importante centro financeiro e comercial da Ásia. Com sua economia altamente desenvolvida e conexões globais, Hong Kong é uma porta de entrada para os mercados asiáticos.

EWQ (França)

O iShares MSCI France ETF oferece exposição ao mercado de ações francês. A França é uma das maiores economias da Europa e abriga empresas líderes em diversos setores, tornando o EWQ uma escolha interessante para quem procura diversificação na Europa.

EWG (Alemanha)

O iShares MSCI Germany ETF rastreia o mercado de ações alemão, que é uma das economias mais robustas e industrializadas da Europa. A Alemanha é conhecida por suas empresas líderes em engenharia, automotivas e tecnologia, tornando o EWG uma opção atraente para investidores interessados nesses setores.

Todos os ETFs da família EW

TICKER DO ETFECONOMIA REPRESENTADA
EWJJapão
EWHHong Kong
EWQFrança
EWGAlemanha
EWLSuíça
EWSCingapura
EWIItália
EWMMalásia
EWYCoreia do Sul
EWAAustrália
EWNPaíses Baixos (Holanda)
EWKBélgica
EWDSuécia
EWWMéxico
EWZBrasil
EWTTaiwan

Esses ETFs oferecem uma maneira simples e acessível de acessar mercados internacionais específicos, permitindo que os investidores ajustem suas carteiras de acordo com suas preferências e expectativas de mercado. Eles também fornecem uma forma eficaz de diversificar em diferentes economias e regiões, aproveitando as oportunidades de crescimento em todo o mundo diretamente através da bolsa americana.

Outros ETFs para economias internacionais

Além dos ETFs da família EW mencionados anteriormente, existem uma ampla variedade de outros ETFs que oferecem exposição a economias internacionais específicas e regiões do mundo.

Esses ETFs proporcionam aos investidores a oportunidade de diversificar suas carteiras de investimento e aproveitar oportunidades de crescimento em mercados globais. Aqui estão alguns exemplos notáveis:

iShares MSCI Emerging Markets ETF (EEM)

Este ETF rastreia o desempenho de mercados emergentes em todo o mundo. Oferece exposição a países em crescimento rápido, como China, Índia, Brasil e muitos outros, tornando-o adequado para investidores em busca de oportunidades de alto potencial de crescimento.

Vanguard FTSE Developed Markets ETF (VEA)

Este ETF se concentra em mercados desenvolvidos, fornecendo exposição a países como Japão, Reino Unido, Canadá e muitos outros. É uma escolha sólida para investidores que desejam diversificar em economias estáveis e altamente desenvolvidas.

iShares MSCI ACWI ex U.S. ETF (ACWX)

O ACWX rastreia o desempenho das ações de empresas localizadas em mercados globais, excluindo os Estados Unidos. Isso oferece uma ampla exposição a economias internacionais diversificadas em todo o mundo.

iShares Global Clean Energy ETF (ICLN)

Para investidores interessados em setores específicos, o ICLN se concentra em empresas de energia limpa globalmente. Isso proporciona exposição a empresas envolvidas em energias renováveis, como energia solar, eólica e outras tecnologias verdes.

iShares Asia 50 ETF (AIA)

O AIA rastreia o índice das 50 maiores empresas asiáticas, incluindo empresas de países como China, Japão, Coreia do Sul e Taiwan. É uma opção para investidores que desejam acessar o dinâmico mercado asiático.

Esses são apenas alguns exemplos de ETFs disponíveis para investidores que desejam diversificar em economias internacionais. Cada ETF oferece exposição a regiões e setores específicos, permitindo que os investidores personalizem suas carteiras de acordo com suas metas e estratégias de investimento. A escolha de ETFs depende das preferências individuais e das expectativas de mercado de cada investidor.

Desempenho dos ETFs de outros países

O desempenho dos ETFs dos países é um indicador importante para avaliar a saúde econômica e os potenciais retornos de um mercado específico. O comportamento desses ETFs está diretamente ligado aos fatores que influenciam a economia do país, como taxas de juros, crescimento do PIB, estabilidade política e desenvolvimento de setores-chave.

Ao analisar o desempenho dos ETFs de diferentes países, os investidores podem identificar tendências e padrões que podem orientar suas decisões de investimento. É importante observar não apenas os retornos passados, mas também as perspectivas econômicas futuras, a fim de tomar melhores decisões.

Veja o desempenho dos ETFs em cada país desde seu IPO:

País/ TickerDesempenhoDesempenho desde
Brasil (EWZ)+67,68%2020
Estados Unidos (SPY)+926,83%1993
Reino Unido (EWU)-22,99%1999
Argentina (AGT)+1.245,58%1993
Arábia Saudita (KSA)+62,67%2015
México (EWW)+471,72%1996
Austrália (EWA)+117,07%1996
Espanha (EWP)+106,38%1996

Fonte: Google Finance

Investimento direto internacional

Além das opções tradicionais de investimento, como aquisição de ações ou ETFs, o investimento direto internacional é uma estratégia que oferece um alto nível de controle e exposição direta a ativos estrangeiros.

Essa abordagem envolve a compra direta de ativos financeiros ou físicos em mercados internacionais, como a aquisição de ações de empresas estrangeiras, imóveis no exterior ou a criação de negócios em outros países.

Existem várias vantagens e desafios associados ao investimento direto internacional:

Vantagens:

  • Controle total: O investimento direto oferece controle direto sobre os ativos, permitindo que os investidores tomem decisões específicas sobre como gerenciar e desenvolver seus investimentos.
  • Potencial de maior retorno: Investir diretamente em mercados estrangeiros pode oferecer oportunidades de maior retorno, especialmente em economias emergentes com alto potencial de crescimento.
  • Diversificação customizada: Os investidores podem escolher ativos específicos e setores nos quais desejam investir, personalizando sua diversificação de acordo com suas metas.

Desafios:

  • Complexidade: O investimento direto internacional pode ser complexo devido a regulamentações, leis fiscais e diferenças culturais nos mercados estrangeiros.
  • Risco cambial: A flutuação das taxas de câmbio pode afetar o valor dos ativos internacionais em moeda local, introduzindo risco cambial.
  • Custos iniciais: Estabelecer e manter uma presença no exterior pode envolver custos significativos, como taxas legais e operacionais.
  • Conhecimento local: Para obter sucesso, os investidores precisam de um bom entendimento das condições econômicas e comerciais nos países em que estão investindo.
  • Risco político e econômico: As condições políticas e econômicas nos mercados estrangeiros podem ser voláteis e imprevisíveis, o que aumenta o risco.

O investimento direto internacional é mais adequado para investidores experientes e dispostos a assumir riscos e responsabilidades adicionais. Antes de prosseguir com esse tipo de investimento, é fundamental realizar uma pesquisa detalhada, compreender as leis e regulamentações locais e considerar cuidadosamente os riscos envolvidos.

No entanto, quando feito com sucesso, o investimento direto internacional pode ser uma maneira interessante de expandir sua presença global e aproveitar oportunidades em mercados estrangeiros.

Investimento direto: passo a passo

Investir diretamente em ativos internacionais pode ser uma estratégia poderosa, mas requer um entendimento sólido dos mercados estrangeiros e dos procedimentos envolvidos. Aqui está um guia rápido passo a passo para realizar investimentos diretos no exterior:

Passo 1: Escolha uma corretora internacional

O primeiro passo é escolher uma corretora que ofereça acesso a mercados globais. Algumas corretoras conhecidas que permitem o investimento direto internacional incluem Interactive Brokers, TD Ameritrade e E*TRADE.

Pesquise as opções disponíveis, considere as taxas de negociação e verifique se elas oferecem acesso aos mercados específicos em que você está interessado.

Passo 2: Abra uma conta na corretora

Após escolher uma corretora, você precisará abrir uma conta. O processo varia de uma corretora para outra, mas geralmente envolve preencher formulários, fornecer documentação de identificação e seguir as instruções específicas da corretora.

Passo 3: Cumpra os requisitos regulatórios

Para investir diretamente em mercados estrangeiros, você geralmente precisará cumprir requisitos regulatórios, como obter um identificador fiscal estrangeiro, se aplicável. Se certifique de seguir todas as leis e regulamentações locais e internacionais.

Passo 4: Transfira fundos para sua conta

Depois de abrir a conta e cumprir os requisitos regulatórios, transfira os fundos necessários para a sua conta na corretora. Isso geralmente envolve uma transferência bancária internacional, que pode ter custos associados.

Passo 5: Pesquise e selecione ativos

Agora que você tem fundos disponíveis em sua conta, pode começar a pesquisar e selecionar os ativos em que deseja investir. Utilize as ferramentas de pesquisa e análise oferecidas pela corretora para tomar decisões informadas.

Passo 6: Execute as transações

Após selecionar os ativos desejados, você pode executar as transações diretamente pela plataforma da corretora. Se certifique de entender os procedimentos de negociação e como inserir ordens de compra ou venda.

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Dicas para investir em outros países

Investir em outros países pode ser uma estratégia emocionante e lucrativa, mas também vem com desafios únicos. Aqui estão algumas dicas essenciais para investidores que desejam expandir seus horizontes e buscar oportunidades internacionais:

Analise a adequação do investimento global para seu portfólio

Antes de mergulhar no investimento global, avalie sua situação financeira e seus objetivos. Pergunte a si mesmo se a diversificação internacional é adequada para seu portfólio. Considere fatores como seu horizonte de investimento, tolerância ao risco e metas financeiras.

Nem todos os investidores têm as mesmas necessidades e apetite por riscos, portanto, se certifique de que a estratégia global esteja alinhada com suas circunstâncias individuais.

Compreenda as economias dos países em que está investindo

Antes de investir em um país estrangeiro, faça uma análise completa da economia desse país. Isso inclui fatores como estabilidade política, regulamentações, taxas de juros, inflação e perspectivas de crescimento econômico. Compreender a saúde econômica do país ajudará você a tomar decisões informadas sobre alocação de recursos.

Selecione ativos de forma criteriosa

Ao escolher ativos internacionais, seja seletivo. Considere não apenas o desempenho histórico, mas também a qualidade das empresas ou ativos. Pesquise cuidadosamente a gestão, as finanças e a posição competitiva das empresas em que está interessado. Além disso, leve em consideração o potencial de crescimento do setor em que estão inseridas.

Mantenha-se atualizado sobre economias e empresas

Os mercados internacionais podem ser voláteis e suscetíveis a mudanças rápidas. Portanto, é fundamental se manter atualizado sobre eventos globais que possam afetar seus investimentos, como mudanças nas políticas governamentais, crises econômicas e eventos geopolíticos.

Além disso, acompanhe de perto o desempenho das empresas em seu portfólio global e ajuste sua estratégia conforme necessário. Investir em outros países oferece oportunidades significativas, mas também traz desafios.

Ao seguir essas dicas, você vai estar mais preparado para tomar melhores decisões e construir um portfólio global bem-sucedido que atenda às suas metas financeiras e necessidades de diversificação.

Sumário

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Leo Fittipaldi
Leo Fittipaldi
Fundador da Dolarame e analista de investimentos certificado (CNPI 3214). Já foi analista de risco na maior Asset do Brasil, atuando em fundos de investimentos com alguns bilhões de reais sob gestão. Atualmente é um dos maiores especialistas em investimentos internacionais do país.

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